Depressão

O que é depressão?

O termo depressão é utilizado de forma genérica para se referir aos diversos tipos de transtornos depressivos existentes.

Hoje, de acordo com o DSM-V (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), pode-se classificar os transtornos depressivos por sintomas específicos ou pela etiologia. Sendo eles:

  • Por sintomas específicos:
    • Transtorno depressivo maior (muitas vezes chamado depressão maior)
    • Transtorno depressivo persistente (distimia)
    • Outro transtorno depressivo específico ou inespecífico
  • Pela etiologia:
    • Transtorno disfórico pré-menstrual
    • Transtorno depressivo decorrente de outra condição médica
    • Transtorno depressivo induzido por substância/medicação

Quem trata a Depressão?

O especialista em tratar depressão é um médico altamente capacitado nessa área.

A Dra. Renata Gandini possui Pós-Graduação em Psiquiatria pela Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein e está atualmente mestrando em Neuropsiquiatria Farmacológica na Universidad Favarolo de Buenos Aires, Argentina. Seus estudos são focados em doenças psiquiátricas, entre elas a Depressão.

Para agendar uma consulta com um médico qualificado em doenças psiquiátricas, é útil conhecer as opiniões de outros pacientes. O site Doctoralia oferece avaliações detalhadas e informações sobre os médicos, ajudando você a tomar uma decisão informada.

A Dra Renata Gandini é medica atuante na área de Psiquiatria  possui mais de 80 avaliações 5 estrelas, no Doctoralia, de pacientes que fizeram ou que seguem em tratamento com ela e que alcançaram a estabilidade do quadro psiquiátrico.

Quais são os sintomas e causas da depressão?

SINTOMAS

  • Humor deprimido persistente, tristeza e sensação de vazio
  • Perda de interesse ou prazer em atividades anteriormente apreciadas
  • Mudanças no apetite e peso, podendo levar a perda ou ganho significativo
  • Distúrbios do sono, como insônia ou sonolência excessiva
  • Fadiga e falta de energia, mesmo após repouso adequado
  • Sentimentos de inutilidade, culpa excessiva ou baixa autoestima
  • Prejuízo cognitivo (dificuldade de concentração, piora de rendimento, dificuldade de tomada de decisões e pensamentos lentificados)
  • Pensamentos recorrentes de morte, suicídio ou autodestruição
  • Agitação ou retardo psicomotor
  • Sintomas físicos inexplicáveis, como dores crônicas ou problemas digestivos

CAUSAS
Importante esclarecer que a depressão é uma doença MULTIFATORIAL, isto é, diversos fatores que atuam em conjunto que fazem com que seja desenvolvido o quadro depressivo.

Entre elas pode-se citar:

  • Fatores genéticos e biológicos, como histórico familiar de depressão ou desequilíbrios químicos cerebrais.
  • Eventos estressores da vida, trauma ou abuso.
  • Condições médicas crônicas, como doenças cardíacas, câncer ou dor crônica.
  • Uso de certos medicamentos (Efeito Colateral Indesejado)
  • Abuso de substâncias, como álcool, drogas ilícitas ou medicamentos prescritos.
  • Fatores ambientais
  • Mudanças hormonais, como as que ocorrem durante a gravidez, pós-parto, menopausa ou problemas de tireoide.
COMO SABER SE EU TENHO DEPRESSÃO?
Como Identificar Sinais de Depressão

Como a depressão é uma doença que se manifesta de maneira distinta em cada indivíduo, identificar os sinais dela, às vezes não é uma tarefa tão simples.

Abaixo são listados sintomas que podem te ajudar a reconhecer esses sinais:

  • Mudanças no humor frequentes: Esteja atento a mudanças persistentes no humor, como tristeza constante, sensação de vazio ou desesperança.
  • Perda de interesse: Observar a perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas ou em hobbies que o paciente costumava apreciar.
  • Alterações no sono e no apetite: Fique atento a mudanças significativas nos padrões de sono, insônia ou excesso de sono, bem como mudanças no apetite que levam a perda ou ganho de peso.
  • Fadiga (Cansaço) constante: Esteja atento a sinais de fadiga persistente e falta de energia, mesmo após períodos de descanso adequado.
  • Dificuldades cognitivas: piora de raciocínio, memória, atenção e funções executivas que interferem em seu funcionamento diário.
  • Sentimentos de inutilidade (menos valia): Preste atenção se o paciente expressa sentimentos de inutilidade, culpa excessiva ou baixa autoestima.
  • Isolamento social: Esteja atento a sinais de isolamento social e retirada de atividades sociais ou interações sociais significativas. 
  • Sintomas físicos inexplicáveis: dores em diferentes partes do corpo, tensão muscular frequente, dor de cabeça e na nuca.

É importante notar que os sintomas da depressão podem variar em sua gravidade e forma, e que diferentes pessoas podem experimentar combinações únicas desses sinais. Fique atento a mudanças nos comportamentos habituais e naturais, que podem se deteriorar à medida que a doença se agrava. Muitas vezes, os próprios pacientes ou seus familiares relatam que não reconhecem mais a pessoa afetada pela depressão.

COMO SABER SE ESTOU TRISTE OU COM DEPRESSÃO?
Diferença entre Tristeza e Depressão

A tristeza é uma emoção natural e temporária em resposta a eventos estressantes, perdas ou contratempos na vida. É uma resposta emocional normal, como os outros sentimentos, que geralmente desaparece com o tempo, à medida que a pessoa se adapta à situação.

Por outro lado, a depressão é uma condição de saúde mental que envolve uma persistente e profunda sensação de tristeza, desesperança e desinteresse em atividades que antes eram prazerosas. Ela pode persistir por semanas, meses ou até anos, e pode afetar significativamente a funcionalidade da pessoa acometida, seja no trabalho, nas relações sociais ou amorosas.

Além disso, a depressão geralmente está associada a uma série de sintomas físicos e cognitivos, como alterações no sono, no apetite, fadiga persistente, dificuldade de concentração e pensamentos recorrentes de morte ou suicídio. Esses sintomas são mais intensos e duradouros do que os associados à tristeza.

É essencial entender que a tristeza é uma resposta emocional comum, enquanto a depressão é uma condição de saúde mental séria que requer avaliação e tratamento profissional adequado. 

Se você ou alguém que você conhece está enfrentando sintomas persistentes de depressão, é crucial buscar a ajuda de um profissional de saúde mental para avaliação e suporte adequados.

ESCLARECENDO OS TIPOS DE DEPRESSÃO:
  1. TRANSTORNO DEPRESSIVO MAIOR: O transtorno depressivo maior é uma condição de saúde mental que vai além da tristeza comum. É uma doença que pode causar sentimentos intensos de tristeza, desesperança e falta de interesse em atividades que costumavam trazer prazer. Esses sentimentos podem persistir por semanas, meses ou até mais tempo, afetando a vida diária e as relações pessoais. Além dos sentimentos tristes, a pessoa pode experimentar mudanças no sono, no apetite, na energia e dificuldades de concentração.
  2. DISTIMIA: A distimia é um tipo de transtorno depressivo de longa duração que envolve sentimentos persistentes de tristeza e desânimo. É diferente do transtorno depressivo maior, pois os sintomas são menos intensos, mas duram por um período prolongado, geralmente por pelo menos dois anos ou mais. 


As pessoas com distimia podem se sentir constantemente
desanimadas, ter baixa autoestima e perder o interesse em atividades que costumavam desfrutar. Embora os sintomas sejam menos intensos, eles podem impactar significativamente a qualidade de vida

É essencial buscar ajuda de um profissional de saúde mental se você ou alguém que você conhece estiver enfrentando esses sentimentos persistentes de tristeza e desânimo, pois a distimia também pode ser tratada com terapia e, em alguns casos, com medicamentos.

3. TRANSTORNO DISFÓRICO PRÉ-MENSTRUAL: O Transtorno Disfórico Pré-Menstrual é uma condição que afeta algumas mulheres antes do início do período menstrual. Geralmente, causa mudanças de humor intensas e desproporcionais, como sentimentos de tristeza, ansiedade, irritabilidade e sensibilidade emocional. Esses sintomas podem ser mais intensos do que os sintomas normais da tensão pré-menstrual (TPM) e têm de interferir nas atividades diárias e nos relacionamentos com prejuízo para a paciente. O TDPM pode incluir sintomas físicos, como inchaço, dores no corpo e fadiga. 

4. TRANSTORNO DEPRESSIVO DECORRENTE DE OUTRA CONDIÇÃO MÉDICA: O Transtorno Depressivo Decorrente de Outra Condição Médica é um tipo de depressão que ocorre em conjunto com uma condição médica ou doença física. Isso significa que os sintomas de tristeza, desânimo e falta de interesse em atividades podem ser causados ou agravados por uma condição de saúde subjacente, como doenças crônicas, lesões físicas, distúrbios hormonais ou problemas neurológicos

5. TRANSTORNO DEPRESSIVO POR ABUSO DE SUBSTÂNCIAS OU MEDICAMENTOSO: O Transtorno Depressivo por Abuso de Substâncias é uma condição na qual a depressão está relacionada ao uso excessivo e prejudicial de substâncias como álcool, drogas ilícitas ou até mesmo de medicamentos. O abuso contínuo dessas substâncias pode alterar de forma negativa o humor e o bem-estar emocional, levando a sentimentos persistentes de tristeza, desesperança e falta de interesse em atividades diárias. Esses sintomas de depressão podem piorar com o uso contínuo e abusivo de substâncias, resultando em um ciclo prejudicial para a saúde mental e física.

Enquanto que o Transtorno Depressivo Medicamentoso é causado devido ao efeito colateral de alguns medicamentos, que podem contribuir para o desenvolvimento ou agravamento de um quadro depressivo. É importante notar que diferentes pessoas podem reagir de maneira diferente a esses medicamentos e que os efeitos colaterais podem variar em gravidade.

Alguns exemplos de medicamentos que podem induzir um quadro depressivo incluem:

  • Corticosteróides (como a prednisona): utilizado para tratamento de diversas doenças inflamatórias
  • Isotretinoína (Roacutan): utilizado comumente para tratar a acne grave.
  • Betabloqueadores: utilizados para tratar condições cardíacas, como hipertensão arterial e arritmias.
  • Reserpina: um medicamento usado para tratar a pressão arterial elevada e, ocasionalmente, a psicose.
  • Hormônios femininos, como estrogênio e progesterona, em certos casos.

Se você estiver tomando algum medicamento e notar sintomas de depressão, é crucial informar o seu médico imediatamente. Eles podem ajustar a dosagem, prescrever um medicamento alternativo ou recomendar outras opções de tratamento para ajudar a aliviar os sintomas de depressão. Nunca interrompa o uso de um medicamento sem consultar o seu médico.

COMO SE FAZ O DIAGNÓSTICO DE DEPRESSÃO?
TEM EXAME PARA DEPRESSÃO?

O diagnóstico para transtorno depressivo é um diagnóstico clínico, isto é, não se faz mediante exames de sangue ou de imagem. No entanto, esses exames podem e devem ser solicitados em uma consulta inicial para que sejam descartadas outras doenças que possam estar causando sintomas semelhantes ao da depressão.

Assim, durante a entrevista, o médico profissional de saúde mental fará perguntas sobre os sintomas emocionais, físicos e comportamentais que o paciente está experimentando. Ao mesmo tempo que usará critérios específicos do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM) para determinar se o paciente atende aos critérios para um diagnóstico de depressão. Isso inclui a presença de certos sintomas, sua gravidade e duração.

DEPRESSÃO TEM CURA?

 A depressão é uma condição tratável, e existem várias opções de tratamento disponíveis, lembrando que a depressão pode se manifestar de formas distintas em cada pessoa, o tratamento deve ser personalizado e individualizado para cada paciente, observando a realidade vivida por cada um deles.

Entre os tratamentos para depressão, pode-se citar:

  • Mudanças no estilo de vida: estabelecimento de rotina, que engloba a mudança de hábitos diários, trabalhando diversos pilares fundamentais para o bem estar, como alimentação regular, sono e atividade física. Além do desenvolvimento de habilidades de gerenciamento de estresse.
  • Psicoterapia: Também conhecida como terapia de conversa, a psicoterapia envolve conversas com um profissional de saúde mental treinado para ajudar a identificar e lidar com os pensamentos, emoções e comportamentos que contribuem para a depressão. Esse tipo de tratamento pode ajudar a desenvolver estratégias saudáveis de enfrentamento e a promover mudanças positivas no estilo de vida.
  • Medicamentos antidepressivos: Os medicamentos antidepressivos são prescritos por médicos para ajudar a equilibrar os produtos químicos cerebrais que afetam o humor. Eles podem levar algumas semanas para apresentar efeito total e podem ter efeitos colaterais, mas para muitas pessoas, são uma parte importante do tratamento da depressão.
  • Terapia de estimulação cerebral: Isso inclui técnicas como a estimulação magnética transcraniana (TMS) e a eletroconvulsoterapia (ECT), que envolvem a estimulação de áreas específicas do cérebro para aliviar os sintomas da depressão grave ou que não respondem a outros tratamentos.
QUAL TIPO DE TERAPIA PARA DEPRESSÃO EU DEVO FAZER? 

Existem diversas abordagens terapêuticas para o tratamento da depressão. Em cada caso é importante avaliar a indicação e acima de tudo a adaptação do paciente ao modelo terapêutico escolhido a fim de que o mesmo possa evoluir com melhora de seu quadro depressivo.

Entre as terapias comprovadamente efetivas no tratamento da depressão, cita-se:

  • Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC é uma terapia baseada na ideia de que os pensamentos, sentimentos e comportamentos estão inter-relacionados. Ela ajuda os pacientes a identificar e modificar padrões de pensamento negativos ou distorcidos que contribuem para a depressão, ao mesmo tempo em que os encoraja a adotar comportamentos saudáveis e adaptativos.
  • Terapia Interpessoal (TIP): A TIP se concentra na melhoria das habilidades de comunicação e resolução de conflitos para lidar com problemas interpessoais que podem contribuir para a depressão. Ela ajuda os pacientes a identificar e melhorar relacionamentos problemáticos, lidar com lutos ou transições de vida e desenvolver um sistema de suporte social mais forte.
  • Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT): A ACT ajuda os pacientes a aceitar os pensamentos negativos e desconfortáveis em vez de tentar controlá-los, ao mesmo tempo em que os motiva a se comprometer com comportamentos que promovam seus valores e objetivos pessoais. Ela enfatiza a criação de uma vida significativa, apesar da presença de pensamentos negativos.
  • Terapia Psicodinâmica: A terapia psicodinâmica explora o inconsciente e o passado do paciente para entender como experiências passadas e traumas podem influenciar a depressão atual. Ela se concentra em aumentar a consciência do paciente sobre padrões de comportamento e relacionamentos que podem estar contribuindo para a depressão.
Minha família não entende o que estou passando…
Sobre a importância do Apoio Familiar na Depressão

É essencial que os familiares reconheçam que a depressão é uma condição médica séria que requer tratamento e apoio adequados. Ao criar um ambiente de compreensão, empatia e suporte prático, a família pode desempenhar um papel fundamental no processo de recuperação e no bem-estar geral do paciente.

O suporte familiar desempenha um papel crucial no tratamento e na recuperação de uma pessoa com depressão. Ter o apoio e compreensão dos familiares pode ajudar o paciente a se sentir menos isolado e mais confortável em buscar tratamento e apoio profissional.

Aqui estão alguns pontos-chave para considerar:

  • Compreensão e empatia: O suporte familiar pode criar um ambiente seguro e acolhedor no qual o paciente se sinta à vontade para expressar seus sentimentos e preocupações, sem medo de ser julgado. A compreensão e a empatia dos familiares podem ajudar a reduzir o estigma associado à depressão e encorajar o paciente a buscar ajuda.
  • Estímulo ao tratamento: A família pode desempenhar um papel ativo incentivando e apoiando o paciente a aderir ao tratamento prescrito, seja por meio de terapia, medicamentos ou outras intervenções. O encorajamento e o suporte prático podem ajudar o paciente a se sentir motivado e comprometido com o processo de recuperação.
  • Ambiente de apoio: Criar um ambiente familiar que promova o autocuidado e o bem-estar emocional pode contribuir significativamente para a melhora do paciente. Isso inclui incentivar hábitos saudáveis, como uma dieta equilibrada, exercícios regulares e um bom padrão de sono.
  • Educação sobre a depressão: A família pode se envolver ativamente na compreensão da depressão, aprender sobre seus sintomas, tratamentos e desafios associados. Isso pode ajudar a família a oferecer um apoio mais informado e eficaz ao paciente.
Autocuidado para Lidar com a Depressão

O autocuidado é um conjunto de práticas e hábitos saudáveis que uma pessoa pode adotar para promover o bem-estar emocional e físico, especialmente ao lidar com a depressão.

Dicas de auto-cuidado:
  1. Estabeleça uma rotina saudável: Tente manter horários regulares de sono, alimentação e atividades diárias para promover estabilidade emocional e física.
  2. Pratique atividades físicas: Exercícios regulares, como caminhadas, ioga, natação ou dança, podem ajudar a liberar endorfinas e melhorar o humor.
  3. Alimente-se de forma saudável: Consuma uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras, para manter o corpo saudável e promover a saúde mental.
  4. Envolva-se em atividades prazerosas: Dedique tempo para atividades que lhe tragam prazer e satisfação, como hobbies, arte, música, leitura ou passatempos criativos.
  5. Pratique técnicas de relaxamento: Experimente técnicas de relaxamento, como meditação, respiração profunda, mindfulness e relaxamento muscular progressivo, para reduzir o estresse e promover o equilíbrio emocional.
  6. Estabeleça limites saudáveis: Saiba dizer não a demandas excessivas e priorize seu bem-estar emocional, estabelecendo limites saudáveis em seus relacionamentos e atividades diárias. 
  7. Busque apoio social: Mantenha contato com amigos e familiares próximos, e compartilhe seus sentimentos e experiências com pessoas em quem confia. O apoio social pode ajudar a reduzir o isolamento e promover a conexão emocional.

É importante lembrar que o autocuidado não é um substituto para o tratamento profissional, mas pode ser uma parte importante do processo de recuperação e gerenciamento da depressão. 

VIDEO FALANDO: TENHO UMA FRASE QUE SEMPRE DIGO AOS MEUS PACIENTES, SE VOCÊ DIZ SIM PARA TODOS, ALGUÉM ESTÁ LEVANDO NÃO… ESSE ALGUEM É VOCÊ. 

OUTRA COISA QUE COSTUMO MUITO DIZER, É QUE SE VOCÊ NÃO TEM 30 MIN DO SEU DIA PARA DEDICAR A VOCÊ, ALGO DE MUITO ERRADO ESTÁ NA SUA ROTINA. 

RECURSOS PARA APOIO EM SAÚDE MENTAL EM SÃO PAULO
  • CVV – Centro de Valorização da Vida: Oferece apoio emocional e prevenção do suicídio por telefone (ligue 188) e chat 24 horas por dia.
  • Grupos de Apoio: Existem vários grupos de apoio em São Paulo, como os Alcoólicos Anônimos (AA) e os grupos de apoio a familiares de pessoas com transtornos mentais.

Esses recursos podem oferecer apoio e tratamento para pessoas que enfrentam desafios relacionados à saúde mental em São Paulo. Se você ou alguém que você conhece estiver precisando de ajuda, não hesite em entrar em contato com essas instituições e profissionais para receber suporte adequado e orientação durante o processo de recuperação.

DÚVIDAS FREQUENTES:
  1. QUANTO TEMPO DEMORA PARA FAZER EFEITO A MEDICAÇÃO?

    O tempo para o início do efeito de um antidepressivo pode variar de acordo com o tipo de medicamento prescrito e a resposta individual do paciente. Geralmente, os antidepressivos levam algumas semanas para começar a mostrar resultados significativos no alívio dos sintomas da depressão.

    Durante as primeiras semanas de uso do antidepressivo, é possível que o paciente não sinta uma melhora significativa ou até mesmo experimente alguns efeitos colaterais iniciais. No entanto, é importante continuar seguindo as instruções do médico e tomar o medicamento conforme prescrito.

    Lembrando que cada pessoa responde de forma única ao tratamento com antidepressivos, e a paciência e a adesão ao plano de tratamento são fundamentais para alcançar os melhores resultados no longo prazo.

  2. QUANTO TEMPO DURA O TRATAMENTO?

    O tempo de duração do tratamento para a depressão pode variar dependendo da gravidade dos sintomas, da resposta individual ao tratamento e de outros fatores específicos de cada paciente. Em geral, a duração típica do tratamento para a depressão pode ser:

    Tratamento agudo: O tratamento agudo geralmente dura cerca de seis a doze semanas e é focado em aliviar os sintomas agudos da depressão. Durante este período, o paciente pode começar a notar uma melhora gradual em seu humor e sintomas emocionais.

    Tratamento de manutenção: Após o tratamento agudo, o paciente pode precisar continuar com um tratamento de manutenção para prevenir recaídas e garantir que os sintomas da depressão não retornem. Esse período pode durar vários meses ou até mais, dependendo do caso específico de cada paciente.

  3. EU VOU USAR PARA SEMPRE REMÉDIO?

    É compreensível que algumas pessoas possam ter preocupações ou medos em relação ao uso contínuo de antidepressivos. No entanto, é importante entender que, em muitos casos, o uso a longo prazo de antidepressivos pode ser necessário para manter a estabilidade emocional e prevenir recaídas da depressão.

    Aqui estão alguns pontos importantes a serem considerados:

    1. Estabilização do humor: Os antidepressivos são projetados para equilibrar os produtos químicos no cérebro e melhorar o humor. Para algumas pessoas, o uso contínuo de antidepressivos é fundamental para manter o equilíbrio químico e prevenir a recorrência dos sintomas.
    2. Prevenção de recaídas: Para muitos pacientes, o tratamento a longo prazo com antidepressivos pode ser essencial para prevenir recaídas e manter a saúde mental a longo prazo. Interromper o uso dos medicamentos sem orientação médica pode aumentar o risco de recorrência dos sintomas da depressão.
    3. Monitoramento médico regular: É importante ter um acompanhamento médico regular ao usar antidepressivos a longo prazo. O médico pode avaliar regularmente a eficácia do tratamento, ajustar a dose conforme necessário e discutir opções alternativas de tratamento, se apropriado.
  4. EU VOU FICAR VICIADO NO ANTIDEPRESSIVO?

O mito do vício em antidepressivos é a crença errônea de que o uso regular desses medicamentos pode levar à dependência e ao vício semelhante ao que ocorre com drogas ilícitas. No entanto, a realidade é que os antidepressivos não são substâncias viciantes, e seu uso sob supervisão médica geralmente não leva à dependência química.

Os antidepressivos são projetados para ajudar a equilibrar os produtos químicos no cérebro e melhorar o humor, reduzindo os sintomas da depressão.

É importante não interromper o uso de antidepressivos abruptamente, pois isso pode levar a efeitos colaterais e uma possível recorrência dos sintomas (síndrome de retirada).

 – https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/transtornos-psiqui%C3%A1tricos/transtornos-do-humor/transtornos-depressivos
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/11007705/
https://www.uptodate.com/contents/unipolar-depression-in-adults-and-initial-treatment-general-principles-and-prognosis?topicRef=90154&source=see_link
https://www.uptodate.com/contents/major-depressive-disorder-in-adults-approach-to-initial-management

A Realidade dos Desafios Emocionais e Psicológicos

Sabemos que cada pessoa é um universo em si mesma, com desafios emocionais e mentais moldados por experiências passadas, relacionamentos atuais e circunstâncias de vida. Essa individualidade deve ser compreendida como um todo. Assim, uma intervenção efetiva pode ser planejada. Aqui você encontra a atenção e a dedicação necessária pra resolver seu problema.

Marque a sua Consulta

Renata Gandini - Doctoralia.com.br

Responsável Técnica

Dra. Renata Gandini

CRM 219304 SP

Atendimento ao cliente

Email: atendimento@drarenatagandini.com

Clique para marcar uma consulta!